E se o emprego errado for, na verdade, o certo?

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E se o emprego errado for, na verdade, o certo?

E se o emprego errado for, na verdade, o certo?

Na matéria “A vida é muito curta para o emprego errado”, falamos sobre a importância de se encontrar profissionalmente e seguir aquilo que se ama, dando valor aos nossos talentos e empoderando o que há de mais importante: o dom e a felicidade. Afinal, fazer o que se ama é sempre mais prazeroso.

Mas você já parou pra pensar em se encontrar no seu emprego atual? Já pensou que esse pode ser o emprego dos seus sonhos e você ainda não se deu conta porque “está fazendo isso errado”? Já imaginou que, talvez, esteja dando menos importância do que o cargo realmente vale? Pois bem, muitas pessoas passam por isso, mas nunca é tarde para mudar o foco, entender e valorizar o que se tem no momento.

Num período de crise, todos sabem que não é fácil largar tudo e partir para um novo desafio, por isso resolvemos dar um olhar diferente para o emprego dos sonhos e procurar as coisas boas e a felicidade que o atual trabalho pode te proporcionar.

Segundo o professor da Universidade de Harvard, Tal Ben-Shahar, a felicidade não é estática, mas sim um processo que termina apenas com a morte.

Pensando nisso, é possível concluir que uma pessoa pode se sentir completa, mas não estará feliz em todos os momentos, pois a vida é um ciclo que não para, um constante movimento que nem sempre está estacionado onde queremos, ou seja, a todo momento algo acontece quase que para testar nossa capacidade de resolver problemas e situações adversas.

Está mais do que claro que, nos dias de hoje, o sucesso não gira em torno do dinheiro ou de ocupar o cargo mais alto de uma corporação, mas sim em conseguir conciliar vida social, profissional e familiar. Naturalmente as pessoas continuam a busca por melhores ocupações profissionais, mas a junção de todas elas, é o ponto focal para a sociedade moderna.

Para Tal Ben-Shahar, a grande questão não é, necessariamente, descobrir “quem somos”, mas sim “para onde queremos ir”. E sim, há uma grande diferença entre essas frases, fazendo com o que o caminho de busca também seja distinto. As pessoas vivem no piloto automático e isso embaça a vista para que outras oportunidades sejam alcançadas, crescem ouvindo que deveriam ser médicos ou advogados por serem profissões que “dão dinheiro”, mas não se perguntam se realmente gostam daquilo. Esse processo de não se descobrir faz com que sejamos seres frustrados e infelizes.

Segundo uma pesquisa da professora de administração da Harvard Business School, Teresa Amabile, um processo que traz índices mais altos de satisfação e produtividade é pensar, ponderar e absorver os progressos diários que um profissional alcança a cada novo amanhecer. Além disso, é necessário valorizar os próprios pontos fortes ao invés de gastar energia apontando os próprios erros ou os erros dos outros.

Conceder a si mesmo a missão de exercer o papel de ser humano é entender e aceitar que vivemos de sensações e sentimentos e eles nem sempre serão bons. Podemos sentir raiva, tristeza, ódio, decepção e precisamos entender que todos terão esses sentimentos algum dia. Não aceitar isso é o que causa frustração e infelicidade.

O ideal diante de tudo isso é encontrar o equilíbrio, ou seja, passamos a vida inteira buscando alegria constante, mas esquecemos que o mundo ideal é o que mantém a vida em constante movimento, transformação e, consequentemente, equilíbrio. Por isso, pare para pensar se é possível ver satisfação no trabalho que exerce hoje. Tudo é uma questão de pensamento positivo e ponto de vista, afinal, é melhor pensar que você trabalha apenas com planilhas chatas ou que está ajudando alguém a gerenciar a própria vida/negócio?

Pense nisso!

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