Home office ou coworking? Qual a melhor opção?

21 de maio de 2018 Journal 0 Comments
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Home office ou coworking? Qual a melhor opção?

O número de empresas, startups e empreendedores que aderem ao tipo de trabalho remoto é cada vez maior. Em tempos de crise, pode-se dizer que esse formato de expediente tem ajudado para que novas empresas apareçam no mercado e outras, já antigas, não precisem fechar as portas de vez, pois isso ajuda a diminuir os gastos de escritório, sobrando apenas o gasto com pessoal.

Seja pelo modelo home office ou coworking, espaços de trabalho compartilhado, o serviço remoto faz cada vez mais parte do dia a dia de muito colaboradores. A fim de descobrir, entre esses dois moldes, qual é o tipo ideal para o cada negócio, um estudo foi realizado com 20 mil profissionais ao redor do mundo, sendo 900 profissionais do Brasil que atuam em diversos setores.

Seja pelo modelo home office ou coworking, espaços de trabalho compartilhado, o serviço remoto faz cada vez mais parte do dia a dia de muito colaboradores. A fim de descobrir, entre esses dois moldes, qual é o tipo ideal para o cada negócio, um estudo foi realizado com 20 mil profissionais ao redor do mundo, sendo 900 profissionais do Brasil que atuam em diversos setores.

Coworking

1. Falta de concentração em casa

Quase metade dos brasileiros tem dificuldade para se concentrar em casa, mais precisamente, 48% dizem que o maior desafio do home office é focar nas atividades do trabalho. Por ser um ambiente mais confortável que o escritório, é também onde o colaborador consegue ficar mais à vontade e isso dificulta para que o colaborador “pegue no tranco”, reduzindo a produtividade. O coworking é exatamente o equilíbrio entre o conforto e ambiente descontraído com sensação de empresa/corporativo, o que faz com que ele sinta que essa é a hora de trabalho.

2. Networking e interação

Ótimo lugar para o famoso networking. Muitos coworkings tem potencial para criarem empresas a partir da interação entre as que já dividem espaço ali, o que faz com que cresçam juntos. Para 78% dos brasileiros, escritórios abertos melhoram a comunicação entre os departamentos e para 74% melhoram a cooperação. Assim, torna-se um ambiente favorável a parcerias e novos negócios.

3. Infraestrutura

É fundamental ter acesso à internet de qualidade para exercer as funções de trabalho. Para um em cada cinco brasileiros, o desafio de trabalhar de casa também está na falta de acesso a equipamentos do escritório, como impressora ou scanner. E isso tudo o coworking oferece, bem como manutenção, limpeza e café a vontade.

4. Barulho doméstico e casa cheia

Para quem não mora sozinho, o home office se torna ainda mais difícil, pois família demanda atenção e você não pode simplesmente “desligar” a família como se desligasse um aparelho eletrônico. Dessa forma, situações que são perfeitamente comuns no ambiente doméstico também acabam por atrapalhar a concentração, como barulho da máquina de lavar, vizinhos, pets e campainha. Já os coworkings oferecem escritórios privativos e até cabines telefônicas para evitar interrupções durante uma negociação por telefone.

Home office

1. Barulho de escritório

Por outro lado, há quem lide melhor com os ruídos domésticos do que com os do escritório que, aliás, também pode ser muito barulhento, dificultando a concentração. A pesquisa do Spaces mostra que 30% dos brasileiros participantes planejam trabalhar fora do escritório para simplesmente não precisar conviver com o ambiente barulhento, o que tona sua casa o ambiente ideal.

2. Deslocamento

Um dos grandes problemas enfrentados no Brasil, principalmente nos grandes centros urbanos, é o deslocamento. Transporte público defasado e trânsito estressante e demorado, fazem com que o colaborador demore horas para se locomover entre casa e trabalho. O home office elimina o deslocamento, dando mais tempo de produção para quem trabalha em casa.

3. Maior proximidade com a família

Se para alguns a família pode dificultar a concentração, para outros ela se torna um combustível. Não é novidade que, justamente por passar muito tempo trabalhando, algumas pessoas acabam passando pouco tempo com seus familiares. Segundo o estudo do Spaces, passar mais tempo ao lado da família é exatamente o que faz com que 58% dos brasileiros pensem em trabalhar em casa.

4. Alimentação e economia

Automaticamente os custos reduzem. Tanto com alimentação quanto com transporte/combustível. Hoje em dia, o brasileiro gasta em média R$ 30,00 em uma refeição fora de casa. O home office, além de evitar filas e demora para chegar a refeição, o colaborador almoça no conforto do sofá e ainda gera uma economia de mais de R$ 600,00 por mês.

 

Como vimos, ainda é muito relativa e dividida a distribuição de pessoas e suas preferências corporativas. Não existe uma maioria esmagadora que prefere, por exemplo, trabalhar em casa, o que gera uma certa surpresa, já que sempre se ouviu a ideia de que todos preferem trabalhar no conforto do lar. Para muitas pessoas é difícil se concentrar com tantas outras coisas mais atrativas que um lar pode trazer. Imagine a tentação de alguém que ama jogos tentando se concentrar na sala com o vídeo game a um passo de distância? Difícil, né.

O caminho é interessante e paralelo entre os dois modelos, e tudo indica que os coworkings não são apenas uma tendência passageira. Eles vieram pra ficar e, democraticamente, conseguem se manter ativos mesmo com pessoas que preferem outros moldes que não este.

E você, coworking ou home office? 😉

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