Segundo estudo, busca por mão de obra qualificada ainda assombra o Brasil.

1 de março de 2018 Journal 0 Comments
CapaHeader

Segundo estudo, busca por mão de obra qualificada ainda assombra o Brasil.

Não é novidade para nenhum empresário e para as pessoas que mergulharam de cabeça no mundo corporativo: o mercado de trabalho está carente de profissionais especializados.

No Hays Global Skills Index 2017, um estudo anual que avalia as 33 maiores economias mundiais, realizado pela empresa de recrutamento e seleção Hays, defende que a busca por profissionais qualificados no Brasil ainda é maior do que a oferta. Há um espaço em branco entre as competências exigidas pelas companhias e a qualificação dos candidatos às vagas de inúmeros setores diferentes.

Nesse estudo, cada país foi classificado com notas de 0 a 10, onde 5.0 é a nota para avaliação de uma pressão normal no mercado de trabalho. Quanto maior a nota (acima de 5.0), mais altas são as dificuldades enfrentadas pelo país. Em 2017 o Brasil mostrou uma piora no seu nível de desenvolvimento de mercado, obtendo 5,5 – um aumento de 0,1 em relação à 2016.

De acordo com a Hays, entre os fatores que agravaram um índice do país estão o desemprego e a pressão por salários maiores para vagas que exigem, principalmente, altas habilidades em indústria. Como a economia brasileira se manteve em recesso durante o ano de 2016, o desemprego ainda foi considerado um fator representativo e determinante para a classificação do Brasil no índice.

A pesquisa também mostra as tendências que afetam diretamente o mercado e o declínio entre as habilidades necessárias para determinados cargos com base em muitos indicadores. Entre eles estão flexibilidade do sistema educacional, participação da população economicamente ativa, políticas públicas (governo), incompatibilidade de talentos e salário em geral.

O acesso à educação, muitas vezes, é um fator preocupante e que implica diretamente na formação de profissionais realmente indicados para cada função separadamente, ou seja, a falta de tempo ou até mesmo de dinheiro para a especialização acaba gerando profissionais híbridos, onde há uma única pessoa exercendo duas ou mais funções. A priori, isso pode parecer vantajoso para o empregador, mas, com o tempo, essa condição pode gerar colaboradores mecânicos e pouco abrangentes em sua real função.

Isso significa que, nem sempre, o trabalho vai ser feito com a excelência e atenção necessárias. Não porque o funcionário é ruim ou algo do tipo, mas pela falta de profundidade em algo. Ou seja, quem sabe um pouco sobre tudo, no final, não sabe nada. É preciso entender que é mais vantajoso que as pessoas saibam muito sobre algo específico do que “um pouquinho de tudo”.

Esperamos que 2018 seja um ano de ascensão para a economia brasileira, aumento assim a capacidade de desenvolvimento do país junto às pessoas dispostas a contribuir para o crescimento geral da União, bem como seu enriquecimento pessoal e profissional.

GOSTOU DA MATÉRIA? CURTA E COMPARTILHE:
Twitter
LinkedIn
Facebook
Google+
http://bari.amaquinadecafe.com.br/segundo-estudo-busca-por-mao-de-obra-qualificada-ainda-assombra-o-brasil">
Pinterest
 
ASSINE NOSSA NEWSLETTER



LEIA TAMBÉM:
ANÚNCIOS:
Outono 2018BariMiniXSLioness